"Tens até a aurora," diz o príncipe à princesa, "para descobrir meu nome". Oferece este único enigma; caso Turandot o solucione, desistirá de tudo o que lhe for de direito, inclusive da própria vida, oferecendo a sua cabeça ao carrasco no raiar do dia. É o fim do Ato II. Começa, então, o Ato III, com os funcionários do palácio a correr pelas ruas à procura de quem saiba o nome do jovem príncipe. A fria e egoísta princesa decreta que ninguém em Pequim durma até que se descubra o seu nome. Eis a ária Nessun dorma ("Ninguém durma") cantada pelo príncipe Calàf, que acredita que tudo isso não será em vão (aqui numa belíssima interpretação de Franco Corelli, de 1958).
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- Nessun dorma
- (ópera Turandot, de Puccini)
- Il principe ignoto
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- Nessun dorma! Nessun dorma!
Tu pure, o Principessa,
nella tua fredda stanza - guardi le stelle
- che tremano d'amore e di speranza...
- Ma il mio mistero è chiuso in me,
- il nome mio nessun saprà!
- No, no, sulla tua bocca lo dirò,
- quando la luce splenderà!
- Ed il mio bacio scioglierà il silenzio
- che ti fa mia.
- Nessun dorma! Nessun dorma!
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- Voci di donne
- Il nome suo nessun saprà...
- E noi dovrem, ahimè, morir, morir!
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- Il principe ignoto
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- Dilegua, o notte! Tramontate, stelle!
- Tramontate, stelle! All'alba vincerò!
- Vincerò! Vincerò!
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Acho linda essa ária, mas amo mesmo a interpretação de Mario del Monaco!
ResponderExcluirAdorei o blog!